terça-feira, 17 de dezembro de 2019

A COP25




A COP 25, Conferência do Clima das Nações Unidas, realizada em Madrid, terminou com atraso nesse último domingo, dia 15/12.  A demora foi causada por vários entraves nas negociações sobre as ações em relação as mudanças climáticas e a regulamentação do mercado de crédito carbono.

O evento contou com 200 nações, e com poucas mudanças ao que foi proposto no Trato de Paris, em 2015. As metas não foram batidas e embora diversos países se comprometeram em diminuir mais as emissões de carbono e a ajudar os países em desenvolvimento, as propostas e discussões ficaram para o ano de 2020, em Glasgow.

Outro tema, o mercado de crédito de carbono, mecanismo que possibilita os países que lançam menos carbono na atmosfera a vender créditos de CO2 as nações mais poluentes, também ficou para depois.

No evento, o Brasil insistiu na estratégia de pedir dinheiro aos países desenvolvidos pela preservação ambiental, no entanto, as conversas não foram para frente.

Agora, nos resta esperar para o que vem em 2020.  E que as metas não sejam adiadas novamente.

Referências:

https://g1.globo.com/politica/blog/gerson-camarotti/post/2019/12/16/na-cop-25-brasil-pediu-financiamento-ambiental-sem-fazer-o-dever-de-casa.ghtml

https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/12/16/cop25-5-pontos-positivos-e-5-pontos-negativos-da-participacao-do-brasil-no-evento-segundo-especialistas.ghtml








  

terça-feira, 17 de abril de 2018

8º Fórum da Água em Brasília - Brasil em 2018

Compartilhar a Água




O Brasil sediou de 18 a 23 de março, em Brasília, a maior edição do Fórum Mundial da Água da história e, o foco das discussões foi como compartilhar este recurso natural indispensável, apesar dos cenários de escassez e degradação.

O 8º Fórum Mundial da Água foi organizado no Brasil pelo Conselho Mundial da Água - WWC (www.worldwaterforum8.org ) em parceria  com o Ministério do Meio Ambiente - MMA, representado no evento pela ANA- Agência Reguladora Nacional da Água, pelo Governo do Distrito Federal representado pela ADASA - Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal e a ABDIB - Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base.

O evento foi patrocinado pela Petrobrás, pela Funasa - Fundação Nacional da Saúde (órgão do Ministério da Saúde) encarregado de promover saneamento básico à população, Caixa Econômica, Fundação Banco do Brasil, Eletrobrás, SABESP, Coca-Cola, AMA (AMBEV), BNDES, Itaipú Binacional, BRK Ambiental. Tendo como apoiador o Banco do Brasil.

As edições anteriores foram: Marrakesh, no Marrocos em 1997, (ano em que se aprovou a Lei brasileira dos Recursos Hídricos), Haia, na Holanda em 2000 (ano em que se aprovou o Estatuto das Cidades), Kyoto, no Japão em 2003, Cidade do México, no México em 2006, Istambul, na Turquia em 2009, em Marselha, na França em 2012 (ano em que se aprovou a Lei brasileira dos Resíduos sólidos), Gyeongju e Daegu , na Coreia do Sul em 2015.
 
A abertura do evento contou com a presença de 12 chefes de Estado e representantes de importantes organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas e suas agências, União Europeia, Banco Mundial, BID-Banco Interamericano de Desenvolvimento, CPLP-Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, OCDE-Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico entre outros.

Foram mais de 300 sessões temáticas, com a presença de 10 mil congressistas e, diversas conferências, das quais destacamos abaixo, as mais importantes, por terem produzido importantes documentos, que serão utilizados pelas autoridades, para nortear políticas públicas daqui para frente que ocorreram no Centro de Convenções Ulisses Guimarães.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

FIESP - Workshop


Como a “Crise Hídrica” que atingiu o Brasil afetou a geração de energia.

No dia 07 de março, mês em que se comemora “ O Dia Internacional da Água “, a FIESP - Federação das Indústrias de São Paulo promoveu um workshop para debater a legislação atual e os aprimoramentos regulatórios necessários para trazer harmonia entre o setor público, sociedade civil e a atividade econômica do setor elétrico e dar segurança jurídica para os geradores de energia elétrica em decorrência da crise hídrica. Nós do Instituto Amantiflore estivemos lá para conferir.

(Tânia de Sá Moreira - Vice-presidente do Instituto Amantiflore)

No evento, os palestrantes João Henrique Franklin - Diretor de Operação da CHESF - Companhia Elétrica do São Francisco; Vinícius Forain Rocha - Gerente de Recursos Hídricos e Meteorologia da ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico; Marcelo de Deus Melo - Coordenador do GT de Recursos Hídricos da ABRAGE - Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica ; Luiz Laércio Simões Machado Junior - Gerente de Risco e Estratégia de Comercialização de Energia - Furnas  apresentaram as repercussões da crise hídrica, que se abateu sobre o Brasil, nos últimos anos, para o setor elétrico.

Eles explicaram que, o regime hídrico brasileiro mudou e, a quantidade de água nos reservatórios, construídos para que as empresas do setor elétrico gerem energia através das usinas hidroelétricas, vem diminuindo ano após ano, desde 2012. Além disso, a demanda pelos usos múltiplos da água, também vem crescendo, decorrente ao aumento da população brasileira.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Davos 2018



Entre os dias 23, 24, 25 e 26 de janeiro, ocorreu o 48° Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Diversos temas foram debatidos como a degradação ambiental, as violações da cibersegurança, e as tensões econômicas e geopolíticas.

Todos os anos, na terceira semana de janeiro, desde a fundação do Fórum Econômico Mundial (FEM ou WEF na sigla em inglês), em 1971, pelo professor da Universidade de Genebra, Klaus Schwab, líderes empresariais, políticos, jornalistas e intelectuais se reúnem em Davos para discutirem sobre os principais desafios do mundo e como superá-los.


O Evento
Em 2018, a pauta escolhida como tema foi: “Criando um futuro compartilhado em um mundo fragmentado”. Foram mais de 400 painéis e sessões, liderados por um grupo de sete mulheres, para discutir os problemas atuais e as questões de gênero.

Além disso, o evento contou com mais de 3000 personalidades mundiais, entre eles, grandes chefes de Estado como, Emmanuel Macron, Angela Merkel, Theresa May, e nomes empresarias como, Marc Benioff da Salesforce, Carlos Ghosn da Renault-Nissan-Mitsubishi e Sir Martin Sorrell do WPP. O Brasil, foi representado por seu presidente, Michel Temer, que apresentou as reformas que seu governo vem fazendo como as mudanças na legislação trabalhista e o plano de aprovar as mudanças na previdência social. A novidade foi a presença do presidente americano, Donald Trump, já que os EUA não enviavam um chefe de estado no evento desde Bill Clinton, em 2000.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Fórum Cidadão Global


O Conceito de Cidadão Global foi introduzido por Hugh Evans o humanitarista australiano que é o CEO e co-fundador do Projeto em Prol da Prevenção da Pobreza - Cidadão Global.
Ele deu início ao movimento que mobiliza pessoas que se identificam como membros da humanidade e, não apenas, como membros de um Estado, de uma nação ou de uma tribo específica, por entender que, como cidadãos do mundo, nossas ações serão potencializadas para enfrentarmos o problema da pobreza extrema, que aflige tantos seres humanos no mundo, o problema das mudanças climáticas e, outras questões tão relevantes da realidade atual.

Evans criou uma plataforma online, com o objetivo de mobilizar as pessoas para o movimento.


Nós, do Instituto Amantiflore, recebemos o convite do Banco Santander para participar e, por acreditar que os ideais do movimento criado por Evans estão alinhados com os objetivos do Instituto, fizemos questão de participar. Eu, Dra. Tania Monteiro da Silva de Sá Moreira, na qualidade de vice-presidente do Instituto e, advogada ambiental, representei a entidade no evento.

O jornal “O Valor Econômico”, organizou o Fórum Cidadão Global no Brasil e, com o apoio do Banco Santander, convidou o Presidente Barack Obama dos Estados Unidos, Martin Wolf Editor Associado e jornalista comentarista  econômico do Financial Times e o professor Robert Solomon da Stern School of Business da Uiversidade de Nova York, para ministrar palestra no Teatro Santander no dia 05 de Outubro de 2017.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Fotos do lançamento Instituto Amantiflore no Conjunto Nacional

Confira neste post os registros fotográficos do lançamento oficial do Instituto Amantiflore no Conjunto Nacional, em 22/09/2017.




Veja mais fotos clicando em "Ler na íntegra"

domingo, 22 de outubro de 2017

Lançamento Instituto Amantiflore - Conjunto Nacional

Bom dia a todos!

Agradecimentos:

Gostaria de saudar as autoridades presentes:
Nomear as que lá estiverem.
Gostaria de agradecer também a presença dos nossos parceiros, apoiadores, familiares e amigos.

Neste início da primavera, semana da árvore, é com imenso prazer que estou aqui hoje, reunido com minha família, amigos, parceiros e digníssimas autoridades, para apresentar a vocês o INSTITUTO AMANTIFLORE.

Neste lugar que já foi palco de tantos eventos memoráveis e que por isso mesmo é considerado um dos ícones da cidade de São Paulo, o Conjunto Nacional!
Saboreando um gostoso café da manhã, que não seria possível sem o apoio de  Ângelo e Valkyria Iaccoca.
Espero que tenham visto e gostado da exposição de fotos tiradas na fazenda São José, por Lígia e Valdemir Cunha, um trabalho artístico maravilhoso.
Quem ainda não viu essas fotos, elas ficarão expostas ainda hoje e nos próximos 10 dias.

Diante de tantas notícias que acompanhamos, especialmente nesta última semana, sobre tristes acontecimentos climáticos, os quais não podemos desconsiderar nessa incansável luta para a conscientização de todos a respeito das mudanças climáticas e do aquecimento global, felizmente uma notícia boa: o INSTITUTO AMANTIFLORE!


Vocês conhecem um proverbio chinês (e o meu pai gostava de repetir):
Se você tem um projeto para 1 ano: plante arroz;
Se você tem um projeto para 10 anos: plante uma árvore;
Se você tem um projeto para mais de 100 anos: ensine e eduque as pessoas desta e de gerações futuras!

É exatamente com esse propósito que o INSTITUTO AMANTIFLORE foi criado: “A pesquisa, o desenvolvimento social, cultural e a preservação ambiental, de forma sustentável”
Ideia de nosso pai, dr. Eduardo monteiro da silva, que durante toda a vida, quando poucos se preocupavam em preservar, para proteger o planeta das mudanças climáticas, ele já preservava!
Advogado, professor e escritor, defendeu a justiça e a verdade. Também muito trabalhou e lutou por vários e vários anos, para proteger a fauna, a flora, de diversidade ímpar, além dos recursos hidricos, de um pedaço de mata atlântica.
E é esse ideal que a criação do instituto AMANTIFLORE vem coroar: o trabalho de 4 gerações, desde 1907, quando a família adquiriu a propriedade, hoje denominada fazenda São José.


Mas por quê AMANTIFLORE?

Do Latim... Amante das flores e da flora; da língua tupi, ama, que significa água ou chuva; água que irriga montanhas, em razão da grande quantidade de rios e nascentes na região.
Nos pareceu o nome perfeito para o instituto, que visa proteger a natureza.