Bom dia a todos!
Agradecimentos:
Nomear as que lá estiverem.
Gostaria de agradecer também a presença dos nossos parceiros,
apoiadores, familiares e amigos.
Neste início da primavera, semana da árvore, é com imenso
prazer que estou aqui hoje, reunido com minha família, amigos, parceiros e
digníssimas autoridades, para apresentar a vocês o INSTITUTO AMANTIFLORE.
Neste lugar que já foi palco de tantos eventos memoráveis e
que por isso mesmo é considerado um dos ícones da cidade de São Paulo, o Conjunto
Nacional!
Saboreando um gostoso café da manhã, que não seria possível
sem o apoio de Ângelo e Valkyria Iaccoca.
Espero que tenham visto e gostado da exposição de fotos
tiradas na fazenda São José, por Lígia e Valdemir Cunha, um trabalho artístico
maravilhoso.
Quem ainda não viu essas fotos, elas ficarão expostas ainda
hoje e nos próximos 10 dias.
Diante de tantas notícias que acompanhamos, especialmente
nesta última semana, sobre tristes acontecimentos climáticos, os quais não
podemos desconsiderar nessa incansável luta para a conscientização de todos a
respeito das mudanças climáticas e do aquecimento global, felizmente uma
notícia boa: o INSTITUTO AMANTIFLORE!
Vocês conhecem um proverbio
chinês (e o meu pai gostava de repetir):
Se você tem um projeto para 1 ano: plante arroz;
Se você tem um projeto para 10 anos: plante uma árvore;
Se você tem um projeto para mais de 100 anos: ensine e
eduque as pessoas desta e de gerações futuras!
É exatamente com esse propósito
que o INSTITUTO AMANTIFLORE foi criado: “A pesquisa, o desenvolvimento social, cultural e a preservação
ambiental, de forma sustentável”
Ideia de nosso pai, dr. Eduardo monteiro da silva, que
durante toda a vida, quando poucos se preocupavam em preservar, para proteger o
planeta das mudanças climáticas, ele já preservava!
Advogado, professor e escritor, defendeu a justiça e a
verdade. Também muito trabalhou e lutou por vários e vários anos, para proteger
a fauna, a flora, de diversidade ímpar, além dos recursos hidricos, de um
pedaço de mata atlântica.
E é esse ideal que a criação
do instituto AMANTIFLORE vem coroar:
o trabalho de 4 gerações, desde 1907,
quando a família adquiriu a propriedade, hoje denominada fazenda São José.
Mas por quê AMANTIFLORE?
Do Latim... Amante das flores e da flora; da língua tupi,
ama, que significa água ou chuva; água que irriga montanhas, em razão da grande
quantidade de rios e nascentes na região.
Nos pareceu o nome perfeito para o instituto, que visa
proteger a natureza.
A área que instituto iniciará suas atividades será justamente
na fazenda São José. Um ecossistema completo do bioma da mata atlântica, com
4.000 hectares de área contínua, no município de Tapiraí, na região de Sorocaba,
aproximadamente a 160 km de São Paulo – Capital, adquirida pela família há 110
anos.
Sem dúvida o cenário perfeito para que o instituto possa
desenvolver e implantar projetos de atividades sustentáveis, com o apoio de
parceiros, muitos deles aqui presentes.
Para se ter uma ideia do que a área representa em termos de
tamanho, sendo o brasil o país do futebol, nada mais comum do que compararmos
áreas com o tamanho de campos de futebol.
Assim, se o tamanho aproximado de 1 campo de futebol é de 1
hectare, teríamos ali uma área
equivalente a 4.000 campos de futebol.
Pedro Costa – secretário de biodiversidade e florestas do
ministério do MA (em palestra no instituto semeia), disse que teve que ir ao chile para conseguir percorrer uma trilha de
100 km!!!
Acho que na nossa área
ele conseguiria essa trilha! Com a vantagem de ter, além das trilhas para caminhadas ou
bike, uma temperatura média de 23°, altitude média de 600m do nível do mar, água
cristalina para se refrescar a cada 1 km, um banho de cachoeira a cada 10 km,
terminando com um mergulho numa represa maravilhosa com mais de 5 km de
extensão, tudo coroado com uma bela refeição de tucunaré ou tilápia e feijão
tropeiro no forno a lenha!
O desafio do AMANTIFLORE
está justamente no tripé da sustentabilidade: preservação ambiental com
desenvolvimento social e econômico.
Turismo como fonte de
renda e geração de empregos.
Dizem que nas próximas décadas, em razão da chamada 4ª
revolução industrial, que resulta em um novo modelo que transformará
radicalmente a produção de bens, o consumo, a prestação de serviços, os
empregos e o uso dos recursos naturais nos próximos anos, mais da metade das
profissões hoje conhecidas deixarão de existir.
Muitos serviços e postos de trabalho serão automatizados,
substituídos pelos robôs!
Porém, é justamente
nesse ambiente que o turismo e em especial o ecoturismo se destaca como a
grande oportunidade de geração de emprego e renda.
Tem coisa melhor do que poder trabalhar e viver em um
ambiente saudável, cercado por uma floresta em estágio original, podendo
usufruir de toda a tecnologia disponível?
Vamos descobrir!
Assim, faz parte do objetivo do instituto fomentar e
desenvolver projetos sustentáveis, em equilíbrio com o meio ambiente, como será
adiante comentado pelos nossos parceiros da una e natureza urbana. Esses
projetos visam, além da preservação ambiental, a inclusão social e a geração de
empregos, abrindo caminho para uma nova mentalidade de progresso!
Este evento, portanto, tem a intenção de levar este tesouro
há muito tempo guardado pela família ao conhecimento de todos, como vocês
poderão apreciar, através deste lindo vídeo produzido por Alexandre Valdívia.
Em seguida vocês verão a apresentação dos nossos parceiros NATUREZA URBANA, UNA e IACCOCA PRODUÇÕES.
Mais uma vez agradeço demais a presença de todos e conto
com vocês nesse nosso desafio!
Muito obrigado!
Eduardo Monteiro da Silva Filho
22/09/2017