(Anna Helena Novaes Monteiro da Silva e Tania M. S. De Sá Moreira
Com o Vereador Gilberto Natallini e Marcelo Morgado)
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Olá,
Foi com muito prazer, que nós, do
Instituto Amantiflore, recebemos o convite de Gilberto Natalini e Marcelo
Morgado, para o evento no dia 05 de Junho de 2017, na livraria Cultura de
lançamento do livro “Por uma São Paulo mais Sustentável”. Anna Helena Novaes
Monteiro da Silva, presidente, e eu, Tania M.S. de Sá Moreira, vice-presidente
comparecemos prestigiando o importante evento!
O evento foi muito concorrido e
diversos setores da sociedade estavam presentes, nos dando a esperança, de que
o trabalho coordenado por Gilberto Natalini e Marcelo Morgado trará muitos
frutos, pois será tomado como referência, quando políticas públicas
sustentáveis e sua aplicação no Plano de Metas forem ser debatidas, tanto na
Câmara Municipal de São Paulo como no Gabinete da prefeitura e, também no seio
de toda a sociedade. Acreditamos que iniciativas como esta devem ser
prestigiadas, compartilhadas e divulgadas, pois vão de encontro ao nosso
objetivo: mitigar os entraves ao modelo sustentável!
O livro é enriquecido com a
participação de Dr. José Goldenberg, presidente da FAPESP, de Dr. Eduardo Jorge
Sobrinho médico ambientalista e que foi Secretário municipal do Verde e do Meio
Ambiente e, também conta, com a participação de diversas personalidades e
especialistas sobre o desenvolvimento da
cidade de São Paulo como, Dr. Cândido Malta urbanista e professor da USP, Fábio
Feldmann, ambientalista e político, Abram Szajman, presidente da Federação do
Comercio do Estado de São Paulo, Gesner de Oliveira, professor
de economia da Fundação Getúlio Vargas, José Gregori, advogado e embaixador e muitos mais, que dão,
ao livro, preciosas contribuições.
Em seu prefácio, o Dr. Eduardo Jorge ressalta
a importância da iniciativa dos autores, se referindo à obra como esclarecedora
e completa, por contemplar todos os aspectos vitais para uma análise realista do aspecto
econômico, social e ambiental, do tripé conceitual da sustentabilidade.
Os autores explicam que, para que
a grande metrópole possa, de fato, ser aprazível e oferecer um bom nível de
qualidade de vida a seus habitantes é preciso, em primeiro lugar, contar com um plano que seja eficiente. Este plano deve apontar metas claras e definir os métodos e instrumentos que
permitirão atingir as metas propostas, estabelecer diretrizes de treinamento e
educação, propiciando àqueles que executarão as tarefas, capacidade de coletar e analisar os dados
obtidos, utilizando-se dos indicadores pertinentes, a saber: IDH - índice de
desenvolvimento humano, IPCC - índice do Intergovernamental Panel of Climate
Changes da ONU, índices habitacionais e populacionais, índices da gestão dos
resíduos sólidos, índices de abastecimento e saneamento de água e, não menos
importante, índices de saúde, educação e
transporte e, também, índices de disponibilidade de recursos naturais. Depois
de coletados e devidamente analisados, elaborarão um diagnóstico realista e
completo, que permitirá implantar as medidas cabíveis compatíveis ao orçamento
municipal.